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"A amorosidade de que falo, o sonho pelo qual brigo e para cuja realização me preparo permanentemente, exigem em mim, na minha experiência social, outra qualidade: a coragem de lutar ao lado da coragem de AMAR!!!" Paulo Freire

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terça-feira, 26 de junho de 2012

Interpretação de hipóteses de escrita

Você sabe interpretar as hipóteses de escrita de seus alunos?



Identificar corretamente as hipóteses de escrita dos alunos é fundamental para um bom planejamento das atividades e para a formação de grupos produtivos.
Acesse o link abaixo e avalie se você está interpretando corretamente as hipóteses de escrita dos seus alunos.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Enfeite para festa junina


Festa Junina: Modelo de Enfeite de Mesa


Que tal reciclar garrafas Pet para fazer lindos enfeites para festa junina da sua escola? Veja como é bem simples de fazer esse modelo de enfeite no formato de uma espiga de milho. Ele pode ser utilizado também para decorar festa de aniversário com o tem junino. Acompanhe o passo a passo:

Materiais: Garrafa pet, papel de seda amarelo, EVA verde, tecido chita, caneta permanente preta e cola quente.

1. Lave a garrafa pet e retire o rótulo. Pegue o papel de seda amarelo e recorte vários pedaços de tamanho variado. Coloque esses pedacinhos de papel na garrafa até encher ela completamente.

2. Transfira o molde da folha para o EVA verde e cole na garrafa pet com cola quente.

3. Recorte no tecido (chita) um quadrado de 30x30cm e com um cordão de sisal ou fita amare-o na garrafa pet.

4. Com a caneta permanente preta faça os detalhes da espiga de milho. Na boca da garrafa amarre um pedacinho de chita e coloque lacinho e florzinhas para enfeitar.


Queria ser

Queria ser uma rosa: Para perfumar todo jardim, Queria ser uma fragrância: Para marcar cada momento inesquecível, Queria ser a chuva: Para molhar a terra seca, Queria ser o sol: Para aquecer as manhãs frias, Queria ser o frio: Para provocar nas pessoas a vontade de estar bem coladinhos, Queria ser um peixinho: Para respirar debaixo d’água, Queria ser o cupido: Para juntar os corações apaixonados, Queria ser um passarinho: Para acordar as pessoas de manhã com meu lindo cântico, Queria ser o amor: Para sentir a emoção que ele provoca, Sei que não posso ser nenhuma dessas coisas, mas sou eternamente grata por Deus criar cada uma delas do jeitinho que são.
Enviado por Aline Cristina Soares

quinta-feira, 7 de junho de 2012

quarta-feira, 6 de junho de 2012

ENTENDENDO A SÍNDROME DE DOWN

Encontrei esta matéria em um blog super interessante sobre a Síndrome de Down *** http://sindromedownpuc.blogspot.com *** ******************************************
O QUE É Um acidente genético que se expressa na concepção. O Down tem um cromossomo extra: chama-se trissomia 21. Isso provoca no organismo um excesso de 329 genes por célula
GRADAÇÕES DA SÍNDROME AO NASCER Não existem. Ou o bebê é Down ou não é. Seu desenvolvimento intelectual e motor vai depender da herança genética dos pais, do estímulo precoce e de sua aceitação na família, em casa, na escola e na sociedade. Nenhum bebê é igual ao outro, seja Down ou não.
CAUSA Não existe uma causa. Mas a idade da mulher aumenta geometricamente as chances de ter um filho Down. Mães de 24 anos têm um filho Down para cada 1.752 nascidos vivos. Com 42 anos, essa relação é 56 vezes maior: 1 Down para 33 nascidos vivos. A média mundial é de 1 Down para cada 600 nascidos vivos Conseqüências Em diferentes momentos da vida, risco mais alto de doença cardíaca, deficiência visual, tônus muscular menor. Um terço dos fetos não chega a nascer. Um terço, ao nascer, não tem problema cardíaco, apenas características físicas como os olhos puxados, a boca um pouco menor. Os restantes nascem com cardiopatia congênita.Fonte: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca

UM POUQUINHO DA PRÁTICA QUE TIVE (...Já trabalhei com alunos portadores da Síndrome de Down por duas vezes. Da primeira vez era um aluno de 2 anos e meio na Educação Infantil e quase não existia diferença de desenvolvimento entre ele e as demais crianças. Já da 2ª vez, eu estava em uma sala de alfabetização onde as crianças tinham por volta de 8 - 9 anos e o desenvolvimento cognitivo de meu aluno com Síndrome de Down era referente a mais ou menos uma criança de 4 anos dita normal.Nesta 2ª vez foi mais difícil para conseguir manter a atenção dele e conseguir avanços na aprendizagem. Muitas vezes me senti meio que perdida e até mesmo criticada por "colegas" e familiares.Porém nenhuma crítica ou elogio era capaz de me fazer desistir ou desanimar com o desenvolvimento de meu aluno. Aos trancos e barrancos, ele saiu da fase de rabiscação e avançou conseguindo nomear seus desenhos e figurar imagens um pouco mais elaboradas.Sobre a escrita - no início do ano ele não usava letras para representar seu nome, mas sim alguns pequenos símbolos como círculos e riscos sequenciados. Durante o trabalho daquele ano ele aperfeiçoou a escrita das letras de seu nome, mesmo que ainda não os escrevesse de maneira convencional.Nas contagens era interessante - pois em músicas e jogos (pic esconde / dado / trilha) ele sempre se empolgava e realizava a contagem às vezes de maneira convencional ou vezes não. Mas, se eu fosse fazer atividades com ele no caderno, ele se negava muito e se chateava "pra valer", mas mesmo assim eu insistia. Pois ele era muito esperto e sempre tentava me convencer do que queria dizendo: "Tia você é muito Linda" - "Me dá um beijo" e outras palavras muito carinhosas...O que me impulsionou neste trabalho foi o fato de acreditar que meu aluno podia aprender aquilo que eu ensinava de acordo com as habilidades e competências dele e que ele não precisava saber igual ao outro, mas sim, precisava conhecer pelo menos um pouco daquilo tudo que eu ensinava para sala. Sempre respeitei todos meus alunos, sendo brava e sendo acolhedora quando havia necessidade.Agradeço muito a Deus por todos os alunos que já tive e ainda mais por ter tido essas crianças em minha vida. Elas foram aprendizagens verdadeiras... daquelas que não esquecemos jamais.
PROFESSORES - ACREDITEM EM SEUS ALUNOS E CRIEM COM ELES UMA CUMPLICIDADE CAPAZ DE VENCER TODOS OS OBSTÁCULOS QUE SURGIREM DURANTE O ANO!!! EM SALA SOMOS UM SÓ E A CAMINHADA SE FAZ DE ACORDO COM O RITMO DE TODOS OS MEMBROS DE CADA TURMA.
NORMAL É SERMOS TODOS DIFERENTES!!!

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terça-feira, 5 de junho de 2012

Comportamentos observáveis no transtorno de atenção por hiperatividade


DESATENÇÃO

Para poder falar de desatenção , seis ou mais dos seguintes sintomas devem haver persistido durante pelo menos seis meses:
* Fracassa com frequência em prestar atenção aos detalhes ou comete erros por descuido numa tarefa escolar, no trabalho ou outras atividades.
* Frequentemente tem dificuldade para manter a atenção nas tarefas ou no desenvolvimentos de atividades lúdicas.
* Com frequência não parece escutar o que está sendo dito a ela.
* Frequentemente não cumpre instruções e fracassa ao realizar suas tarefas.
* Muitas vezes evita ou desagradam-lhe muito as tarefas escolares ou domésticas que exigem esforço mental continuado.
* Com frequência perde coisas necessárias para tarefas e atividades.
* Frequentemente se distrai com estímulos irrelevantes.
* Muitas vezes é esquecidoe/ou descuidado nas suas atividades diárias.

HIPERATIVIDADE

* Levanta-se da cadeira na sala de aula ou em outras ocasiões nas quais se espera que permaneça sentada.
* Com frequência corre ou ecala excessivamente em situações inapropriadas.
Frequentemente tem dificuldade para brincar ou conectar-se com tranquilidade em atividades recreativas.
* Muitas veses " está em movimento" ou costuma agir como se tivesse um motor.
* Fala excessivamente.

IMPULSIVIDADE

* Com frequência respone abruptamente a perguntas antes de escutá-las de forma completa.
* Tem dificuldade para esperar em fila ou aguardar sua vez em jogos ou situações grupais.
* Frequentemente interrompe ou se intromete nas atividades dos outros.

Fonte: Livro - Dificuldades de Aprendizagem/ Editora Grupo Cultural

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Estratégias na sala de aula para crianças com problemas de atenção


Antes de começar esta postagem gostaria de dar os devidos créditos. O livro Dificuldades de Aprendizagem da editora Grupo Cultural é um excelente instrumento de trabalho para nós educadores. Tenho destacado aqui no blog os assuntos que acho mais relevantes ao cotidiano escolar, com o intuito de colaborar com os colegas e espero que estejam gostando.
Um beijinho carinhoso e aproveitem!

Seguem as estratégias:

* Sentar a criança numa área silenciosa.

* Sentar a criança perto de alguém que seja um bom modelo a seguir.

* Sentar a criança próxima de um colega que possa apoiá-la na aprendizagem.

* Orientar a atenção da criança na tarefa que será iniciada. É importante ajudá-la a descobrir e selecionar a informação mais importante, organizá-la e sistematizá-la.

* É necessário dar a ela regras consistentes sobre o que deve fazer; as instruções devem ser parceladas.Em alguns casos é conveniente enumerar as instruções para que seja mais fácil para segui-las.

* As rotinas de trabalho devem ser claras.

* Não é conveniente fazer atividades com limites de tempo. Isto pode favorecer condutas impulsivas.

* Permitir um tempo extra para completar seus trabalhos.

* Encurtar períodos de trabalho de modo a coincidirem com os seus períodos de atenção.

* Dividir os trabalhos que lhes sejam dados em partes menores do modo que elas possam completá-lo.

* Dar assistência à criança para que ela se coloque metas a curto prazo.

* Entregar os trabalhos um de cada vez.

* Exigir delas menos respostas corretas que do restante da turma.

* Reduzir a quantidade de deveres de casa.

* Dar instruções tanto orais com escritas.

* Dar instruções claras e concisas.

* Tentar envolver a criança na apresentação dos temas.

* Estabelecer sinais secretos entre a criança e o professor para poder fazê-lo notar quando está começando a se distrair.

* É importante que estas crianças estejam em ambientes de trabalho motivantes, com tarefas que sejam significativas para elas.

Estratégias na sala de aula para crianças impulsivas


* Tentar ignorar comportamentos inapropriados menores.

* Incrementar a imediata correlação entre prêmios e consequências.

* Quando não se comporta adequadamente na sala de aula, recomenda-se que se dê um tempo para meditar sobre o que fez (time out).

* Aconselha-se supervisão nos recreios e horários livres.

* Tentar evitar críticas e "sermões". É preferível chamar-lhe a tenção de uma forma prudente e calma quando ela não tiver se comportado corretamente.

* Reforçar seu comportamento positivo com cumprimentos, reconhecimento, etc.

* Sentá-la próximo a professora ou de algum colega que possa ser visto como umlíder positivo.

* Firmar um "contrato de comportamento positivo" com ela, incluindo aquelas condutas que estão ao seu alcance.

* Motivá-la quando consegue reprimir um impulso, por exemplo, na sala de aula, quando consegue levantar a mão para responder ao invés de responder impulsivamente.

Áreas de dificuldade que podem interferir no desempenho em Matemática


As seguintes áreas podem interferir no desempenho em matemática:

* Habilidades Espaciais: crianças que têm dificuldades em relações espaciais , distâncias, relações de tamanho e para formar sequências.

* Perseverança: crianças que tem dificuldades de passar mentalmente de uma tarefa para outra, por exemplo, o desempenho em problemas que exigem múltiplas operações.

* Linguagem: os estudantes podem ter dificuldade para compreender alguns termos matemáticos como primeiro, último, seguinte etc. Apresentam dificuldades em compreender o enunciado de um problema.

* Raciocínio abstrato: estudantes que têm dificuldade de compreender conceitos abstratos e requerem material concreto ou situaçoes reais para compreender.

* Memória: estudantes que têm difiucldade de relembrar informações que lhe foram apresentadas. Exigem mais repetições.

* Processamento perceptivo: estudantes que apresentam dificuldades na leitura e na escrita de quantidades, na realização de operações e em alguns casos na resolução de problemas.

* Problemas emocionais: as crianças com interferências emocionais têm mais dificuldades em matemática que outras crianças, pois esta aprendizagem requer persistência e concentração.

Características das dificuldades de percepção auditiva


* Tem dificuldade para distinguir entre sons.
* Volta a cabeça na direção do professor para ouvir melhor.
* Observa o rosto e lábios do professor atentamente.
* Frequentemente diz: Hã?
* Tem dificuldade para seguir instruções ou compreender as explicações dadas ao grupo.

* Não presta atenção às histórias lidas em voz alta e discussões.
* Tem dificuldade para seguir instruções orais.
* Pede repetidamente para que as instruções sejam repetidas.
* Prefere olhar as imagens dos livros a ler.
* Tem dificuldade para compreender uma gravação.
* Não soletra ou aprende foneticamente; depende da memória visual.
* Prefere interagir com os colegas por meio deesportes ao invés de conversando.
* Tem dificuldade para distinguir as palavras.
* Distrai-se facilmente com os sons de fundo.
* Tem qualidade receptiva nobre.
* Repete as orações dirigidas a ela.

Fonte: Dificuldades da aprendizagem - Detecção e estratégias de ajuda - Grupo Cultural

Características de uma criança com dificuldades de percepção visual


* Perde-se na leitura ou quando copia.
* Não gosta de olhar livros com imagens.
* Não nota coisas novas na sala de aula ou o que está a mais ou faltando numa imagem.
* Não vê detalhes.
* Equivoca-se em tarefas de agrupamento.
* Evita brincadeiras visuais.
* Depende dos adultos nas situações sociais e visoespaciais como passear pela sala de aula ou no colégio.

* Constantemente busca a ajuda do professor, dos seus pais e dos seus colegas nas tarefas visuais.
* Estas crianças, muitas vezes, substituem sua inadequação no processo de destreza visual com o tato.
* Tem dificuldade para distinguir entre formas, letras ou palavras.
* Usualmente inverte letras.
* Não são atraídas por desenhos, livros e filmes.
* Tem dificuldade de copiar da lousa ou de um livro.
* Pode apresentar os olhos avermelhados, alcrimejantes ou incômodos.
* Trabalha devagar.
* Tem vocabulário visual pobre.

Fonte: Dificuldades da aprendizagem - Detecção e estratégias de ajuda. - Grupo Cultural

Definição de dificuldades na aprendizagem


Encontrei algumas definições, a partir de diferentes pontos de vista, que contribuem na compreensão dos transtornos na aprendizagem.

" De acordo com a definição atual de transtornos específicos da aprendizagem(TEA), estes implicam um rendimento na área acadêmica abaixo do esperado para a idade, o nível intelectual e o nível educativo, cujas manifestações se estendem para as outras áreas da vida somente naqueles aspectos que requerem a leitura, a escrita ou cálculo; o que deixa e fora deste diagnóstico o atraso mental, os transtornos de linguagem e os déficits sensoriais primários que afetam de forma global a vida cotidiana".


" O termo transtornos de aprendizagens descreve um transtorno neurobiológico pelo qual o cérebro humano funciona ou é estruturado de maneira diferente. Estas diferenças interferem na capacidade de pensar ou recordar. Os transtornos da aprendizagem podem afetar a habilidade da pessoa para falar, escutar, ler, escrever, soletrar, raciocinar, recordar, organizar a informação ou aprender a matemática".

" Um transtorno da aprendizagem é um impedimento psicológico ou neurológico para a linguagem oral e escrita ou para as outras condutas preceituais cognitivas ou motoras. O impedimento: * manifesta-se por meio de discrepâncias entre as condutas específicas e suas execuções. * não é devido principalmente a atraso mental, problemas emocionais ou falta de oportunidades de aprender".

Formas diferentes de trabalhar com seus alunos.

Encontrei em uma edição da Revista Nova Escola algumas sugestões de trabalho, achei interesse. São elas:

TRABALHO INDIVIDUAL
  • Quando a atividade requer mais tempo para ser realizada;
  • Se o professor quer que o aluno evolua em uma capacidade fazendo uma atividade mais direcionada ao seu grau de aprendizagem específico;
  • Quando a atividade serve apenas para avaliar o grau de aprendizagem daquele aluno;
TRABALHO EM DUPLA
  • Se é necessário aliar dois conhecimentos distintos para uma atividade, pode-se juntar alunos que possuam cada um deles;
  • Pode-se explorar as variações de níveis de aprendizagem para que os alunos evoluam juntos;
  • Quando as questões de gênero ou sociais geram atritos, o trabalho em dupla ajuda alunos diferentes a se relacionarem para chegar a uma resposta comum;
TRABALHO EM TRIO
  • Estimula o aluno a ter firmeza para eventualmente insistir em seu ponto de vista, contra argumentando com os colegas;
  • Um estudante fraco se aproxima de outro que sabe mais com a ajuda de um intermediário;
  • Na Educação Infantil, atividades com crianças de várias idades ganham com essa diferença de maturidade;



TRABALHO EM GRUPO
  • Quando a temática é abrangente, ele vale para que os alunos aprendam de forma mais complexa a dividir tarefas;
  • Pode-se exigir mais da capacidade argumentativa, já que o professor consegue montar grupos com os alunos que tenham raciocínios bem diferentes;
  • Temas complexos e polêmicos se desenvolvem melhor quando o debate é ampliado;
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