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"A amorosidade de que falo, o sonho pelo qual brigo e para cuja realização me preparo permanentemente, exigem em mim, na minha experiência social, outra qualidade: a coragem de lutar ao lado da coragem de AMAR!!!" Paulo Freire

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terça-feira, 1 de maio de 2012

De Quem é a Responsabilidade?

Quem é responsável pela qualidade?
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Está é uma história sobre quatro pessoas chamadas:

TODO MUNDO, ALGUÉM, QUALQUER UM e NINGUÉM.
A QUALIDADE era um serviço importante a ser feito,
e TODO MUNDO estava certo de que ALGUÉM o faria.
QUALQUER UM poderia ter feito.
ALGUÉM ficou zangado sobre isso, porque era serviço de TODO MUNDO.
TODO MUNDO pensou que QUALQUER UM podia fazê-lo,
mas NINGUÉM percebeu que TODO MUNDO não o faria.
No fim, TODO MUNDO culpou ALGUÉM
quando NINGUÉM fez
o que QUALQUER UM poderia ter feito.

A hora de Educar

Quando educas?
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Não educa quando impõe suas convicções,
mas quando suscita convicções pessoais.
Não educa quando impõe condutas,
mas quando propõe valores que motivem.
Não educa quando impõe caminhos,
mas quando ensina a caminhar.
Não educa quando impõe dependências,
mas quando acorda a coragem de ser livre.
Não educa quando impõe suas idéias,
mas quando fomenta a capacidade de pensar por conta própria.
Não educa quando impõe o terror que isola,
mas quando libera o amor que acerca e comunica.
Não educa quando impõe sua autoridade,
mas quando cultiva a autonomia do outro.
Não educa quando impõe a uniformidade que doutrina,
mas quando respeita a originalidade que faz a diferença.
Não educa quando impõe a verdade,
mas quando ensina a procurá-la honestamente.
Não educa quando impõe uma punição,
mas quando ajuda a aceitar um castigo.
Não educa quando impõe disciplina,
mas quando forma pessoas responsáveis.
Não educa quando impõe autoritariamente o respeito,
mas quando o ganha com autoridades de pessoa respeitável.
Não educa quando impõe o medo que paralisa,
mas quando consegue a admiração que estimula.
Não educa quando impõe informação à memória,
mas quando mostra o sentido da vida.
Não educa quando impõe a Deus,
mas quando o faz presente na tua vida.

É hora de recomeçar...Então vamos refazer as malas?!


BAGAGEM.

Quando sua vida começa, você tem apenas uma mala pequenina de mão; mas à medida que os anos vão passando, a bagagem vai aumentando, porque existem muitas coisas que você recolhe pelo caminho. Coisas que você pensa que são importantes.
Num determinado ponto do caminho você nota o peso, que está se tornando insuportável carregar tantas coisas. Você pode, então, escolher:
Ficar sentado a beira do caminho, esperando que alguém o ajude, o que é difícil, pois todos que passarem por ali terão sua própria bagagem. Você pode ficar a vida inteira esperando, até que seus dias acabem.
Ou, você pode aliviar o peso, esvaziar a mala.
Mas, o que tirar?

Você começa tirando tudo para fora; e observando cada item da sua mala:
Amor, Amizade... nossa! Tem bastante; e, curiosamente, não pesam nada!
Tem algo pesado. Você faz força para tirar: Raiva - pequenina, mas como ela pesa!
Aí, você começa a tirar, tirar, e aparecem a Incompreensão, o Medo, o Pessimismo... Nesse momento, o Desânimo quase te puxa pra dentro da mala. Mas você, com toda a força, o arranca para fora.
No fundo da mala aparece um Sorriso, que estava sufocado sob o todo aquele peso. Para fora pulam um sorriso após o outro; e aí pula a Felicidade!
Você coloca as mãos dentro da mala de novo, se esforça e tira a Tristeza...
Aí você começa a procurar a Paciência em cada canto da mala, pois vai precisar dela. E não pára de trabalhar até tirar e avaliar tudo o que tem na sua mala: a Força, a Esperança, a Coragem, o Entusiasmo, o Equilíbrio, a Responsabilidade, a Tolerância e o Bom e Velho Humor.
Num último esforço arranque a Preocupação e deixe-a de lado.
Bom, a sua bagagem está pronta para ser arrumada de novo. Você pense bem no que vai colocar lá dentro de novo!
Agora é com você. E lembre-se de fazer isso mais vezes, pois o caminho é muito, muito longo...

OS 5% QUE FAZEM A DIFERENÇA

Os 5% que fazem a diferença !!! Será que você faz a diferença!!!


"Tínhamos uma aula de Fisiologia na Escola da Medicina logo após a semana da Pátria. Como a maioria dos alunos havia viajado aproveitando o feriado prolongado, todos estavam ansiosos para contar as novidades e a excitação era geral.
Um velho professor entrou na sala imediatamente percebeu que iria ter trabalho para conseguir o silêncio. Com grande dose de paciência tentou começar a aula, mas você acha que a turma correspondeu ? – Que nada. Com um certo constrangimento, o professor tornou a pedir silêncio educadamente. Não adiantou, ignoramos a solicitação continuamente firmes na conversa. Foi aí que o professor perdeu a paciência e deu a bronca que eu já presenciei.
Veja o que ele disse:

-“Prestem atenção porque eu vou falar isso uma única vez”, disse levantando a voz e um silêncio carregado de culpa se instalou na sala e o professor continuou.

-“Desde que comecei a lecionar, isso já faz muitos anos, descobri que nós professores, trabalhamos apenas 5% dos alunos de uma turma. Em todos esses anos observei que de cada 100 alunos, apenas cinco são realmente aqueles que fazem diferença no futuro; apenas cinco se tornam profissionais brilhantes e contribuem de forma significativa para melhorar a qualidade de vida das pessoas. Os outros 95% servem apenas para fazer volume. São medíocres e passam pela vida sem deixar nada de útil. O interessante é que esta porcentagem vale para todo o mundo. Se vocês prestarem atenção notarão que de 100 professores, apenas 5 são aqueles que fazem a diferença; de 100 garçons apenas 5 são excelentes; de 100 motoristas de táxi, apenas 5 são verdadeiros profissionais; e podemos generalizar ainda mais: de 100 pessoas apenas 5 são verdadeiramente especiais. É uma pena muito grande não termos como separar estes 5% do resto, pois se isso fosse possível, eu deixaria apenas os alunos especiais nesta sala e colocaria os demais para fora, então teria o silêncio necessário para dar uma boa aula e dormiria tranqüilo sabendo ter investido nos melhores. Mas infelizmente não há como saber quais de vocês são estes alunos. Só o tempo é capaz de mostrar isso. Portanto, terei de me conformar e tentar dar uma aula para os alunos especiais, apesar da confusão que estará sendo feita pelo resto. Claro que cada um de vocês sempre poderá escolher a qual grupo pertencerá. Obrigado pela atenção e vamos à aula de hoje”.

Nem preciso dizer o silêncio que ficou na sala e o nível de atenção que o professor conseguiu após aquele discurso. Aliás, a bronca tocou fundo em todos nós, pois minha turma teve um comportamento exemplar em todas as aulas de Fisiologia durante todo o semestre; afinal quem gosta particularmente de ser classificado como ‘fazendo parte do resto’? Hoje não me lembro muita coisa das aulas de Fisiologia, mas a bronca do professor eu nunca mais esqueci. Para mim aquele professor foi um dos 5% que fez a diferença em minha vida. De fato, percebi que ele tinha razão e, desde então, tenho feito de tudo para ficar sempre no grupo dos 5%, mas, como ele disse, não há como saber se estamos indo bem ou não; só o tempo dirá a que grupo pertencemos.
Contudo, uma coisa é certa: se não tentarmos ser especial em tudo que fazemos, se não tentarmos fazer tudo o melhor possível, seguramente sobraremos na turma do resto.

LITERATURA INFANTIL E POESIA

Um pouco sobre a Literatura Infantil e Poesia.


A literatura surgiu na oralidade muito antes da escrita, a e literatura infantil foi utilizada também para atender a uma demanda de controle da sociedade, de manipulação das massas passando uma ideologia dominadora.

O texto não é apenas um argumento, uma ferramenta para alfabetizar. Mas ao mesmo tempo a literatura é a forma mais natural de se chegar à alfabetização. Daí a necessidade de se usar critérios de seleção do livro literário.

O espaço e o tempo para a literatura na escola devem ser planejados cuidadosamente, com objetivos e estratégias claras. Pois, para gostar de ler o aluno precisa experimentar, entrar em contato com o livro. E caso essa experiência seja traumática, mal planejada ou mesmo considerada como sem importância pelo professor, o aluno não construirá uma relação de prazer com a literatura e não se tornará um adulto leitor. A literatura deve ser apresentada de maneira agradável já que não é uma leitura fácil.

O não acesso ao livro, ao ambiente letrado é uma questão social, de falta não apenas de conhecimento, mas de condições.

É BOM LEMBRAR:

Observações já bem conhecidas no que se refere a ler e contar histórias, mas nem sempre colocadas em prática.

Aproveitar as experiências individuais dos alunos.
Falar dos autores do livro: o escritor e o ilustrador.
Ler diferentes textos sobre o mesmo assunto.
Observar as características dos personagens.
Observar o ambiente e o tempo em que se passa a história.
Prepare o ambiente.
Use objetos e fantasias para concretizar a história para a criança.

Coletânea de Histórias

No texto: A literatura e a formação do professor leitor, de Tânia Piacentini. A autora nos lembra que literatura é uma forma de expressão artística e enfatiza a importância do trabalho com os pais no sentido de estimulá-los a ler, já que a criança imita o que vê nos seu ambiente. Outras questões levantadas foram a relação da escola com a literatura, a interpretação do texto, que deve ir além de apenas identificar sua “moral”, a formação do professor leitor.

Algumas citações que ilustram essas idéias:

“A leitura que une a imensa confraria dos leitores, aquela que é comum e disponível a todos é a leitura literária, pois é na literatura, em suas diferentes formas e desde os mais remotos tempos, que a humanidade tem repertoriado, reunido a sua própria história. Com a mais rica linguagem que foi capaz de criar, a humanidade tem explicado para todos e para cada um as nossas origens, as nossas crenças, os nossos mitos, as nossas alegrias e os nossos sofrimentos.”

“...a leitura começa antes da vida escolar e é influenciada por outras instâncias e personagens, além da biblioteca escolar e do professor. Para ser breve, basta lembrar que criança aprende qualquer coisa imitando o adulto, e a formação do leitor começa pelo exemplo de um pai ou de uma mãe lendo ou contando histórias, de um adulto lendo um jornal, uma revista ou um livro, freqüentando bibliotecas e livrarias, valorizando a cultura escrita. A leitura é também uma questão econômica e política.”

“Na vida escolar, entretanto, os alunos recebem uma dose intensa e concentrada de influência literária, pois é aí que a literatura ganha o status de disciplina e a leitura torna-se obrigatória e, muitas vezes, é imposta. Daí a relevância da relação entre a escola e a literatura. O que eu entendo como respeito à literatura, como uma não mutilação da poesia e da ficção na e pela escola é, primordialmente, a compreensão da especificidade da palavra literária, da literatura como arte.”

“Na preparação do professor para o exercício de seu papel de adulto mediador da leitura, todos devem ser incentivados a discutir suas concepções de leitura, a questionar a função da literatura na escola. Mas, principalmente, todos devem ser instigados e desafiados a ler muito e sempre as obras de ficção e poesia. Quando a literatura faz parte da nossa vida cotidiana, quando a elegemos parceira de nossos mais ricos momentos de lazer, de entretenimento e de aprendizagem, então somos capazes de praticar o paradoxo de uma antiescolarização da leitura no âmbito escolar. Para isso, o professor deve ser um amante da leitura, e, conseqüentemente, um batalhador incansável pela presença de livros e de atividades de leitura na biblioteca da escola e na do seu bairro, na biblioteca da sua cidade. Sem mudanças na mentalidade do professor e na sua prática, a formação de leitores continuará deficiente...”

Talvez o professor não trabalhe com poesia por não ter tido a chance de apreciá-la de se envolver com esse mundo tão encantador. E consequentemente passa a achar que ler por prazer é perda de tempo, e sabemos que o contrário é verdadeiro. Se a criança aprende a gostar de ler, a aprendizagem e o conhecimento serão conseqüência.

Fonte:www.helomartins.com.br

Milho de Pipoca


Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre.

Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo.

Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa.

Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: A dor.

Pode ser fogo de fora: Perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre.

Pode ser fogo de dentro: Pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento, cujas causas ignoramos.

Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo!
Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.

Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer.

Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela. A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz.

Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM!

E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado.

Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar. São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem. A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura. No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras pela vida inteira.

Transforme-se na flor branca, macia e nutritiva. Mude! A escolha só depende de você: Milho para sempre ou pipoca.


Eita cabecinha dura de milho... sofre, sofre, mas não aprende!

Créditos:(Rubem Alves)

ORAÇÃO DO PROFESSOR

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