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"A amorosidade de que falo, o sonho pelo qual brigo e para cuja realização me preparo permanentemente, exigem em mim, na minha experiência social, outra qualidade: a coragem de lutar ao lado da coragem de AMAR!!!" Paulo Freire

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quarta-feira, 2 de maio de 2012

Querido Professor...


Professor(a)
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Não me ensine nada que eu possa descobrir. Provoque minha curiosidade.
Não me dê apenas respostas. Derrame minhas idéias e me dê somente pistas de como ordená-las.
Não me mostre exemplos. Antes me encoraje a ser exemplo vivo de tudo o que posso aprender.
Construa comigo o conhecimento. Sejamos juntos inventores, descobridores, navegantes e piratas de nossa aprendizagem.
Não fale apenas de um passado distante ou de um futuro imprescindível. Esteja comigo hoje alternando as sensações de quem ensina e de quem aprende."
Ivana M. Pontes

Contos Africanos

Contos Africanos

Os Griots
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Depois de um bom jantar, com a lua brilhando, as pessoas de uma aldeia na África antiga podem ouvir o som de um tambor, chocalho, e uma voz que gritava: "Vamos ouvir, vamos ouvir!" Esses foram os sons do griot, o contador de histórias.

Quando eles ouviram o chamado, as crianças sabiam que estavam indo para ouvir uma história maravilhosa, com música e dança e música! Talvez hoje a história seria sobre Anansi, a aranha. Todo mundo adorava Anansi. Anansi podia tecer as teias mais bonitas. Ele foi quem ensinou o povo de Gana como tecer o pano de lama bonito. Anansi teve uma boa esposa, filhos fortes, e muitos amigos. Ele entrou em muita confusão, e usou sua inteligência e poder do humor de escapar.

Houve outras histórias que o povo gostava de ouvir mais e mais. Algumas histórias eram sobre a história da tribo. Alguns eram grandes guerras e batalhas. Algumas eram sobre a vida cotidiana. Não havia linguagem escrita na África antiga. Os narradores acompanhavam a história do povo.

Havia geralmente apenas um contador de histórias por aldeia. Se uma vila tentava roubar um contador de histórias de outra aldeia, era motivo de guerra! Os contadores de histórias foram importantes. Os griots não eram as únicas pessoas que podiam contar uma história. Qualquer um poderia gritar: "Vamos ouvir, vamos ouvir!" Mas os griots eram os "oficiais" contadores de histórias. O griot aldeia não tem que trabalhar nos campos. Sua tarefa era contar histórias.

Mil anos mais tarde, novas histórias sobre novos triunfos e novas aventuras ainda estão sendo informados pela aldeia pelos Griots.
Fonte: http://africa.mrdonn.org/fables.html

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Ananse
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Ananse, ou Anansi, é uma lenda africana. Conta um caso interessante, no qual no mundo antigo não havia histórias e por isso viver aqui era muito triste.

Houve um tempo em que na Terra não havia histórias para se contar, pois todas pertenciam a Nyame, o Deus do Céu. Kwaku Ananse, o Homem Aranha, queria comprar as histórias de Nyame, o Deus do Céu, para contar ao povo de sua aldeia, então por isso um dia, ele teceu uma imensa teia de prata que ia do céu até o chão e por ela subiu.

Quando Nyame ouviu Ananse dizer que queria comprar as suas histórias, ele riu muito e falou: - O preço de minhas histórias, Ananse, é que você me traga Osebo, o leopardo de dentes terríveis; Mmboro os marimbondos que picam como fogo e Moatia a fada que nenhum homem viu.

Ele pensava que com isso, faria Ananse desistir da idéia, mas ele apenas respondeu: - Pagarei seu preço com prazer, ainda lhe trago Ianysiá, minha velha mãe, sexta filha de minha avó.

Novamente o Deus do Céu riu muito e falou: - Ora Ananse, como pode um velho fraco como você, tão pequeno, tão pequeno, pagar o meu preço?

Mas Ananse nada respondeu, apenas desceu por sua teia de prata que ia do Céu até o chão para pegar as coisas que Deus exigia. Ele correu por toda a selva até que encontrou Osebo, leopardo de dentes terríveis. - Aha, Ananse! Você chegou na hora certa para ser o meu almoço. - O que tiver de ser será - disse Ananse - Mas primeiro vamos brincar do jogo de amarrar? O leopardo que adorava jogos, logo se interessou: - Como se joga este jogo? - Com cipós, eu amarro você pelo pé com o cipó, depois desamarro, aí, é a sua vez de me amarrar. Ganha quem amarrar e desamarrar mais depressa. - disse Ananse. - Muito bem, rosnou o leopardo que planejava devorar o Homem Aranha assim que o amarrasse.

Ananse, então, amarrou Osebo pelo pé, pelo pé e pelo pé, e quando ele estava bem preso, pendurou-o amarrado a uma árvore dizendo: - Agora Osebo, você está pronto para encontrar Nyame o Deus do Céu.

Aí, Ananse cortou uma folha de bananeira, encheu uma cabaça com água e atravessou o mato alto até a casa de Mmboro. Lá chegando, colocou a folha de bananeira sobre sua cabeça, derramou um pouco de água sobre si, e o resto sobre a casa de Mmboro dizendo: - Está chovendo, chovendo, chovendo, vocês não gostariam de entrar na minha cabaça para que a chuva não estrague suas asas? - Muito obrigado, Muito obrigado!, zumbiram os marimbondos entrando para dentro da cabaça que Ananse tampou rapidamente.

O Homem Aranha, então, pendurou a cabaça na árvore junto a Osebo dizendo: - Agora Mmboro, você está pronto para encontrar Nyame, o Deus do Céu.

Depois, ele esculpiu uma boneca de madeira, cobriu-a de cola da cabeça aos pés, e colocou-a aos pés de um flamboyant onde as fadas costumam dançar. À sua frente, colocou uma tigela de inhame assado, amarrou a ponta de um cipó em sua cabeça, e foi se esconder atrás de um arbusto próximo, segurando a outra ponta do cipó e esperou. Minutos depois chegou Moatia, a fada que nenhum homem viu. Ela veio dançando, dançando, dançando, como só as fadas africanas sabem dançar, até aos pés do flamboyant. Lá, ela avistou a boneca e a tigela de inhame. - Bebê de borracha. Estou com tanta fome, poderia dar-me um pouco de seu inhame?

Ananse puxou a sua ponta do cipó para que parecesse que a boneca dizia sim com a cabeça, a fada, então, comeu tudo, depois agradeceu: - Muito obrigada bebê de borracha.

Mas a boneca nada respondeu, a fada, então, ameaçou: - Bebê de borracha, se você não me responde, eu vou te bater.

E como a boneca continuasse parada, deu-lhe um tapa ficando com sua mão presa na sua bochecha cheia de cola. Mais irritada ainda, a fada ameaçou de novo: - Bebê de borracha, se você não me responde, eu vou lhe dar outro tapa."

E como a boneca continuasse parada, deu-lhe um tapa ficando agora, com as duas mãos presas. Mais irritada ainda, a fada tentou livrar-se com os pés, mas eles também ficaram presos. Ananse então, saiu de trás do arbusto, carregou a fada até a árvore onde estavam Osebo e Mmboro dizendo: - Agora Mmoatia, você está pronta para encontrar Nyame o Deus do Céu.

Aí, ele foi a casa de Ianysiá sua velha mãe, sexta filha de sua avó e disse: - Ianysiá venha comigo vou dá-la a Nyame em troca de suas histórias.

Depois, ele teceu uma imensa teia de prata em volta do leopardo, dos marimbondos e da fada, e uma outra que ia do chão até o Céu e por ela subiu carregando seus tesouros até os pés do trono de Nyame. - Ave Nyame! - disse ele -Aqui está o preço que você pede por suas histórias: Osebo, o leopardo de dentes terríveis, Mmboro, os marimbondos que picam como fogo e Moatia a fada que nenhum homem viu. Ainda lhe trouxe Ianysiá minha velha mãe, sexta filha de minha avó.

Nyame ficou maravilhado, e chamou todos de sua corte dizendo: - O pequeno Ananse, trouxe o preço que peço por minhas histórias, de hoje em diante, e para sempre, elas pertencem a Ananse e serão chamadas de histórias do Homem Aranha! Cantem em seu louvor!

Ananse, maravilhado, desceu por sua teia de prata levando consigo o baú das histórias até o povo de sua aldeia, e quando ele abriu o baú, as histórias se espalharam pelos quatro cantos do mundo vindo chegar até aqui.
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Lenda do tambor africano
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Dizem na Guiné que a primeira viagem à Lua foi feita pelo Macaquinho de nariz branco. Segundo dizem, certo dia, os macaquinhos de nariz branco resolveram fazer uma viagem à Lua a fim de traze-la para a Terra. Após tanto tentar subir, sem nenhum sucesso, um deles, dizem que o menor, teve a idéia de subirem uns por cima dos outros, até que um deles conseguiu chegar à Lua.

Porém, a pilha de macacos desmoronou e todos caíram, menos o menor, que ficou pendurado na Lua. Esta lhe deu a mão e o ajudou a subir. A Lua gostou tanto dele que lhe ofereceu, como regalo, um tamborinho. O macaquinho foi ficando por lá, até que começou a sentir saudades de casa e resolveu pedir à Lua que o deixasse voltar.

A Lua o amarrou ao tamborinho para descê-lo pela corda, pedindo a ele que não tocasse antes de chegar à Terra e, assim que chegasse, tocasse bem forte para que ela cortasse o fio.
O Macaquinho foi descendo feliz da vida, mas na metade do caminho, não resistiu e tocou o tamborinho. Ao ouvir o som do tambor a Lua pensou que o Macaquinho houvesse chegado à Terra e cortou a corda. O Macaquinho caiu e, antes de morrer, ainda pode dizer a uma moça que o encontrou, que aquilo que ele tinha era um tamborinho, que deveria ser entregue aos homens do seu país. A moça foi logo contar a todos sobre o ocorrido.
Vieram pessoas de todo o país e, naquela terra africana, ouviam-se os primeiros sons de tambor.

terça-feira, 1 de maio de 2012

Leitura e Interpretação de texto

Leitura e interpretação de texto


LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO
Leitura e escrita são atividades que, desde quando o homem sentiu necessidade deampliar suas formas de comunicação, andaram juntas. Não se concebe na atualidade,atividades de leitura e escrita de forma dissociada. Assim, para que o aluno seja um bomescritor é necessário que ele seja também um bom leitor. Bom leitor no sentido de interpretar de forma coerente e critica, algo lido. Desta forma, além das atividades de produção de textos propriamente ditas, é importante que o professor tenha a preocupação de estar atento a quatroaspectos que o leitor atende quando lê: percepção da palavra, compreensão, reação eintegração. Isto quer dizer que, ao ler, nossos alunos além de RECONHECER a palavraescrita devem COMPREENDER o que leu, isto é, ligar a palavra ao seu significado; REAGIR À LEITURA, o que significa gostar ou não do que leu, o que denota subjetividade;INTEGRAR, ou seja, relacionar o que leu com outras partes do texto e com as suasexperiências anteriores sobre o assunto.Isto ocorrendo vai favorecer o desempenho do aluno enquanto produtor de um texto.Além das atividades de leitura, que envolvem situações de interpretação,desenvolvimento da linguagem oral (saber ouvir e falar), quando trabalhamos produção detexto com nossos alunos devemos estar atentos a alguns aspectos importantes para que elessejam capazes de produzir textos originais, criativos, coesos, coerentes.Dessa forma, para um bom desempenho do aluno em situações de leitura e produçãode texto faz-se necessário promover o desenvolvimento da sua capacidade de criação, deobservação, de reflexão,de discriminação, de participação, de cooperatividade, de decisão e deação. Como sugestões para que isto ocorra apresentamos as seguintes atividades:
. PARA DESENVOLVER A IMAGINAÇÃO:
-Narre, para seus alunos, o final de um filme e peça que eles imaginem o início.-Selecione gravuras de uma história completa. Retire uma das cenas para os alunosrecomporem de outras maneiras a história apresentada-Peça seus alunos para:
observar o ambiente da sala de aula. Do ambiente ele deverá escolher um objeto(enfeites, materiais escolares, móveis...) e descrever o que ele representa, comoele se sente, qual sua finalidade, etc.;Imaginar e escrever sobre:  
Como as pessoas viveriam em casas só de vidro?
Como seria o mundo se todas as coisas fossem vermelhas?
O que aconteceria se as bicicletas fossem os únicos veículos de uma cidade?
Como seria o mundo se os pássaros vivessem só em gaiolas?
Se pudesse morar na lua ou em marte? Qual desses lugares escolheria? Quandomudaria para lá? O que e quem levaria?Solicitar aos alunos:
Criar um personagem fundamentado no real ou na fantasia. A professora dá oroteiro conforme achar conveniente.Exemplo de roteiro: Peso e altura:Cor da pele e dos olhos:Idade:

Local onde mora (cidade, campo, praia):Companheiros:Profissão:De que mais gosta:De que menos gosta:Está longe ou perto:Qual seu objetivo:Como se comporta diante da chegada de uma pessoa.A partir do roteiro o aluno poderá desenhar o personagem e, usando o códigoverbal escrito, criar um texto.
Organizar por escrito uma festa de aniversário
Imaginar e escrever um diálogo entre:- Duas pessoas- O rio e um barco- Uma porta e uma janela- O lápis e o caderno- A mãe e o filho- A professora e o aluno- A chuva e o vento- A lua e a noite- O sol e o dia- O sorriso e a lágrima
Informação para o professor
: Antes de sugerir que o aluno escreva um diálogo o professor deve ter o cuidado de apresentar situações orais e leitura de diálogos para exploração doassunto, pontuação, conceito. Deve ainda, coletivamente, criar diálogos escritos.
. PARA DESENVOLVER O PENSAMENTO ORIGINAL E FLUENTE:
Peça a seus alunos para:-Completar frases,oralmente, relacionando a qualidade ao nome.Exemplo: (A primeira frase já está completa)
Ligeiro como um coelho.
Ensolarado como _________________.
Brilhante como ___________________.
Feliz como ______________________.
Alto como _______________________.
Baixo como _____________________.
Macio como _____________________.
Barulhento como _________________.
Silencioso como __________________ -Narre acontecimentos para seus alunos solicitando que eles se imaginem comosendo girassol, estrela, nuvem, coelho, árvore, carro, computador, telefone, etc.
Exemplo:
Você é uma flor. De que cor você é? Por qual nome você é conhecida? Deonde veio? Quem te colocou onde você se encontra? Você é feliz? Sim?, Não? Por que?Fale sobre o lugar onde você está (Num jardim, numa floricultura, nas mãos de alguém,num vaso, desenhada em uma folha de caderno?)
. PARA DESENVOLVER A COMPLEXIDADE E ELABORAÇÃO DE IDÉIAS:
Para desenvolver a complexidade e a elaboração de idéias é necessário que o alunoadquira a habilidade de pesquisa, e as atividades, a seguir, poderão ajudar.-Jornal falado: Peça a seus alunos para ouvir um noticiário da rádio ou da televisão,escolher as noticias que achar mais interessantes, escreve-las e escolher uma formainteressante para apresenta-la aos colegas, como um locutor.-Entrevista : Escolher uma pessoa e entrevistá-la.Exemplos: - Entrevistar a mamãe, o papai ou os avós sobre os costumes deles em anosanteriores, o aspecto da cidade, os recursos de comunicação e produzir um texto com asinformações coletadas.- Entrevistar o diretor da escola, o supervisor, um professor, um serviçal ouum colega sobre sua opinião a respeito de determinado assunto.
. PARA DESENVOLVER A OBSERVAÇÃO:
Pedir aos alunos para:-Olhar para a sala, observando e procurando descobrir um detalhe antes não percebido eescrever sobre ele;-Olhar para as mãos, explora-la (aberta, fechada, palma, dedos, articulações,unhas) e procurar descobrir aspectos antes ignorados. Escrever sobre o aspecto descoberto, senãoencontrar nenhum aspecto novo, fazer uma narrativa da atividade de observação.- Observe sua rua depois de uma chuva. Como ela fica? Escreva sobre o que observou.
. PARA DESENVOLVER A CRIATIVIDADE:
Para desenvolver a criatividade o professor poderá fazer uso de alguns jogos como osapresentados abaixo-Escrever frases só com palavras começadas com a letra “B”;-Escrever o maior número de frases com 7 palavras apresentadas, sem acrescentar  palavras novas. O tempo para formar as frases deve ser marcado pelo professor.Asfrases formadas devem ter sentido;
Muitas outras atividades com textos diversos como: poemas, narrativas, textoscientíficos, receitas, notícias de jornais e revistas, panfletos, anúncios são possíveis de ser desenvolvidas com seus alunos. Coloque sua criatividade em prática e verá como é fácil
Fonte:http://atividadestododia.blogspot.com
wwweducacaoevariedadesblogspotcom

Sugestões de Lembrancinhas para o Dia das Mães



De Quem é a Responsabilidade?

Quem é responsável pela qualidade?
.......................................................
Está é uma história sobre quatro pessoas chamadas:

TODO MUNDO, ALGUÉM, QUALQUER UM e NINGUÉM.
A QUALIDADE era um serviço importante a ser feito,
e TODO MUNDO estava certo de que ALGUÉM o faria.
QUALQUER UM poderia ter feito.
ALGUÉM ficou zangado sobre isso, porque era serviço de TODO MUNDO.
TODO MUNDO pensou que QUALQUER UM podia fazê-lo,
mas NINGUÉM percebeu que TODO MUNDO não o faria.
No fim, TODO MUNDO culpou ALGUÉM
quando NINGUÉM fez
o que QUALQUER UM poderia ter feito.

A hora de Educar

Quando educas?
.........................
Não educa quando impõe suas convicções,
mas quando suscita convicções pessoais.
Não educa quando impõe condutas,
mas quando propõe valores que motivem.
Não educa quando impõe caminhos,
mas quando ensina a caminhar.
Não educa quando impõe dependências,
mas quando acorda a coragem de ser livre.
Não educa quando impõe suas idéias,
mas quando fomenta a capacidade de pensar por conta própria.
Não educa quando impõe o terror que isola,
mas quando libera o amor que acerca e comunica.
Não educa quando impõe sua autoridade,
mas quando cultiva a autonomia do outro.
Não educa quando impõe a uniformidade que doutrina,
mas quando respeita a originalidade que faz a diferença.
Não educa quando impõe a verdade,
mas quando ensina a procurá-la honestamente.
Não educa quando impõe uma punição,
mas quando ajuda a aceitar um castigo.
Não educa quando impõe disciplina,
mas quando forma pessoas responsáveis.
Não educa quando impõe autoritariamente o respeito,
mas quando o ganha com autoridades de pessoa respeitável.
Não educa quando impõe o medo que paralisa,
mas quando consegue a admiração que estimula.
Não educa quando impõe informação à memória,
mas quando mostra o sentido da vida.
Não educa quando impõe a Deus,
mas quando o faz presente na tua vida.

É hora de recomeçar...Então vamos refazer as malas?!


BAGAGEM.

Quando sua vida começa, você tem apenas uma mala pequenina de mão; mas à medida que os anos vão passando, a bagagem vai aumentando, porque existem muitas coisas que você recolhe pelo caminho. Coisas que você pensa que são importantes.
Num determinado ponto do caminho você nota o peso, que está se tornando insuportável carregar tantas coisas. Você pode, então, escolher:
Ficar sentado a beira do caminho, esperando que alguém o ajude, o que é difícil, pois todos que passarem por ali terão sua própria bagagem. Você pode ficar a vida inteira esperando, até que seus dias acabem.
Ou, você pode aliviar o peso, esvaziar a mala.
Mas, o que tirar?

Você começa tirando tudo para fora; e observando cada item da sua mala:
Amor, Amizade... nossa! Tem bastante; e, curiosamente, não pesam nada!
Tem algo pesado. Você faz força para tirar: Raiva - pequenina, mas como ela pesa!
Aí, você começa a tirar, tirar, e aparecem a Incompreensão, o Medo, o Pessimismo... Nesse momento, o Desânimo quase te puxa pra dentro da mala. Mas você, com toda a força, o arranca para fora.
No fundo da mala aparece um Sorriso, que estava sufocado sob o todo aquele peso. Para fora pulam um sorriso após o outro; e aí pula a Felicidade!
Você coloca as mãos dentro da mala de novo, se esforça e tira a Tristeza...
Aí você começa a procurar a Paciência em cada canto da mala, pois vai precisar dela. E não pára de trabalhar até tirar e avaliar tudo o que tem na sua mala: a Força, a Esperança, a Coragem, o Entusiasmo, o Equilíbrio, a Responsabilidade, a Tolerância e o Bom e Velho Humor.
Num último esforço arranque a Preocupação e deixe-a de lado.
Bom, a sua bagagem está pronta para ser arrumada de novo. Você pense bem no que vai colocar lá dentro de novo!
Agora é com você. E lembre-se de fazer isso mais vezes, pois o caminho é muito, muito longo...
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